O Governador José Roberto Arruda foi notificado ontem da abertura do processo de impeachment contra ele. Contudo, segundo o primeiro secretário da Câmara Legislativa, deputado Batista das Cooperativas, Arruda se recusou a assinar a notificação, obrigando que a mesma fosse assinada por duas testemunhas ligadas à Câmara Legislativa.
Além da notificação, o caso Arruda teve mais uma complicação (que pode acabar levando a um hábeas corpus ou a uma prisão domiciliar), trata-se de uma possível trombose no tornozelo direito, operado em Novembro e que não vem recebendo o tratamento adequado.
Por conta do problema no tornozelo Arruda foi encaminhado ao hospital, onde fez exames e recebeu medicamentos, agora aguarda uma autorização para receber visitas do médico particular na Polícia Federal.
O agravamento do quadro de saúde do Governador pode favorecer um hábeas corpus para que ele saia da cadeia ou ainda abre espaço para uma prisão domiciliar. Com ou sem problemas de saúde Arruda deve mesmo sofrer o impeachment caso não renuncie.
A renúncia do Governador pode favorecê-lo, assim, ele não teria "foro privilegiado" e teria que ser julgado pela justiça comum. Esse fato faria com que o processo contra ele voltasse para a 1ª intância, podendo demorar anos para que fosse completamente analisado. Um exemplo é o que ocorreu com o ex-senador Luis Estevão, que renunciou ao mandato em 2000 por denúncia de corrupção e só agora há expectativas do julgamento. Dessa forma, Arruda se livraria da cassação dos direitos políticos, poderia ficar em prisão domiciliar até o fim da investigação e teria mais tempo para tentar se explicar.
Além da notificação, o caso Arruda teve mais uma complicação (que pode acabar levando a um hábeas corpus ou a uma prisão domiciliar), trata-se de uma possível trombose no tornozelo direito, operado em Novembro e que não vem recebendo o tratamento adequado.
Por conta do problema no tornozelo Arruda foi encaminhado ao hospital, onde fez exames e recebeu medicamentos, agora aguarda uma autorização para receber visitas do médico particular na Polícia Federal.
O agravamento do quadro de saúde do Governador pode favorecer um hábeas corpus para que ele saia da cadeia ou ainda abre espaço para uma prisão domiciliar. Com ou sem problemas de saúde Arruda deve mesmo sofrer o impeachment caso não renuncie.
A renúncia do Governador pode favorecê-lo, assim, ele não teria "foro privilegiado" e teria que ser julgado pela justiça comum. Esse fato faria com que o processo contra ele voltasse para a 1ª intância, podendo demorar anos para que fosse completamente analisado. Um exemplo é o que ocorreu com o ex-senador Luis Estevão, que renunciou ao mandato em 2000 por denúncia de corrupção e só agora há expectativas do julgamento. Dessa forma, Arruda se livraria da cassação dos direitos políticos, poderia ficar em prisão domiciliar até o fim da investigação e teria mais tempo para tentar se explicar.
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