segunda-feira, 6 de junho de 2011

A primeira vez que eu ouvi a Dilma falar ela roubou meu coração, diz Hugo Chávez ao encontrar com Dilma

Do Portal G1, Comentário meu:

Em sua primeira visita de trabalho ao Brasil no governo Dilma Rousseff, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, falou sobre a impressão que teve na primeira vez em que viu a presidente brasileira. Segundo ele, o episódio foi em um evento em Caracas, capital da Venezuela, quando Dilma era ministra de Minas e Energia do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

“A primeira vez que eu ouvi a Dilma falar ela roubou meu coração. É verdade. Eu sempre falei isso. Começamos essa aproximação há uma década, mais ou menos, e Dilma tomou a palavra e eu confesso a minha ignorância. Eu não a conhecia. Perguntei ao Rafael [Correa], sussurrando: ‘quem é essa mulher?’”, contou o presidente venezuelano.

O venezuelano e a presidente Dilma estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira (6) por cerca de duas horas no Palácio do Planalto."Temos que consolidar nossa América do Sul como uma zona de paz. Não queremos guerra, não queremos bombardeiros, golpes de estados. Estamos unidos, conscientes e integrando-nos cada vez mais".

Segundo Dilma, a presença do presidente Hugo Chávez "comprova a elevada estima e a parceria estratégica que liga o Brasil e a Venezuela." "Nosso diálogo sobre os principais pontos da nossa agenda e todas as operações que realizamos mostram como são positivos e amplos nossos interesses comuns. (...) Queremos realizar todo o potencial de integração promovendo cidadania e bem-estar ao nossos povos." Depois que Chávez desmarcou sua visita no último dia 10 de maio, por causa de uma lesão no joelho e as especulações que surgiram, foi a melhor forma de amenizar as especulações.

O Presidente Venezuelano foi recebido por Dilma nesta manhã no Palácio do Planalto, gastou cerca de dez minutos nos cumprimentos aos ministros brasileiros e fez questão de conversar brevemente com cada um deles. Ao ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, Chávez disse "fuerza, fuerza", ao cumprimentá-lo.

Acordos de cooperação foram assinados pelos Presidentes e pelo jeito a ex - guerrilheira se balançou com a “cantada” do ditador Hugo Chávez. Esperemos que ela não se “derreta” e resolva fazer parte de vez da tal Revolução Bolivariana, que pretende estatizar as economias da América Latina.

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